News Celcoin - Relação entre fintechs e pequenos negócios

Relação entre fintechs e pequenos negócios envolve cada vez mais oportunidades

Segundo o Ministério da Economia, as micro e pequenas empresas detêm juntas 30% do PIB do Brasil, que é também o país com maior mercado de fintechs da América Latina. Um cenário extremamente favorável para ambos os lados, que hoje inclusive caminham juntos.

A conexão entre fintechs e pequenos negócios, antes de mais nada, envolve o aumento na tecnologia e na flexibilização das regulamentações, o que diminuiu a burocracia e as dificuldades em cada processo, sem deixar de lado um avanço na segurança dos dados. As transações financeiras nestes pequenos negócios passaram a acontecer de forma digital e, ainda, tornou-se possível abrir uma conta em poucos cliques e ter maior facilidade na construção de um PJ financeiramente estruturado.

Em meio a isso, diferentes players do mercado enxergam também uma estratégia para o próprio crescimento. Fintechs oferecem plataformas de pagamento, cobrança, crédito, recargas, saques, depósitos e diversas outras possibilidades, sem mais necessitar de terceiros ou grandes bancos envolvidos.

Open Finance e Pix

A atuação de fintechs com o Open Finance, e inicialmente com o Open Banking, é também um grande facilitador.

O acesso a diferentes dados e comportamentos de empresas e clientes faz com que o investimento nos pequenos negócios se torne mais assertivo, assim como traz maior eficiência em muitos dos serviços, produtos e ferramentas digitais. Isso até mesmo traz uma independência ao pequeno empreendedor, que pode recorrer às fintechs para serviços que antes envolviam menor liberdade e adequação às suas necessidades.

Como mais um simplificador prático deste processo, o Pix ainda permitiu a inclusão financeira de mais de 50 milhões de pessoas, além da facilitação nas cobranças e pagamentos.

Um novo conceito de crédito

A maior comodidade na concessão de crédito favorecida pelas fintechs também é crucial para a abertura e manutenção de pequenos empreendimentos. O capital envolvido não precisa mais passar por aprovações de grandes bancos e instituições financeiras, o que influencia nas taxas, pagamentos e agilidade em todo o processo. 

Por parte das fintechs, os dados sobre as empresas que receberão os valores são consultados de fontes muito além de um simples histórico de transações e analisados de maneira online e, assim, automatizada. Também com um alinhamento mais prático à LGPD e demais regulamentos necessários.

As cobranças automatizadas completam as vantagens para ambos os lados, trazendo maior rapidez para quem paga e reduzindo a inadimplência para quem recebe.

Apesar de um cenário favorecido por tudo isso, a baixa educação financeira da população brasileira é um ponto a ser considerado a todo momento no universo dos pequenos negócios. Mesmo com acesso mais rápido a informações, misturar finanças pessoais às profissionais e não seguir estratégias de investimentos são culturalmente grandes barreiras para o início e a manutenção dos empreendimentos. Um desafio que também vem sendo superado com iniciativas e a tecnologia das fintechs.

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